segunda-feira, 25 de março de 2013

Rain, exclusivo do PlayStation 3, ganha novas imagens e vídeo com gameplay

A Sony Japan divulgou hoje um novo vídeo com gameplay e imagens do seu mais recente projeto, Rain. No vídeo podemos ver o primeiro capítulo do jogo, que é exclusivo para o PlayStation 3. Rain foi desenvolvido pelas mentes criativas do PlayStation C.A.M.P!, a equipe por trás de títulos únicos como TOKYO JUNGLE e echochrome. Rain evoluiu de um único conceito onde um mundo imaginativo vem à vida assim que começa a chover.

 
A história de rain é um conto encantador sobre um garoto que procura uma garota com uma silhueta invisível. Após descobrir que a garota está sendo caçada por criaturas fantasmas, ele embarca numa jornada no misterioso mundo de rain para salvá-la e descobre que ele também pode ficar invisível. Os jogadores assumirão o papel do garoto, cujo a silhueta só pode ser vista na chuva. Utilizando a habilidade única de aparecer e desaparecer, os jogadores deverão aprender a navegar pelo desconhecido para avançar. Como no mundo real, o que pode ser visto não é qualquer coisa e usar a imaginação é o único jeito de revelar a verdade.

Durante o jogo, você será desafiado a pensar e planejar seus movimentos para avançar. Por exemplo, quando direciona o garoto a se ocultar, ele irá desaparecer da visão do inimigo, ou para tirar inimigos do seu caminho você irá precisar andar pela chuva para se tornar invisível ou pode pegar itens para atraí-los. Mais detalhes sobre estas mecânicas e quebra-cabeças serão compartilhados posteriormente. No entanto, estamos felizes em compartilhar com vocês - pela primeira vez - nosso primeiro video com o gameplay do começo do jogo, "The Children and the Night". Assista ao vídeo no começo deste post e garante que suas caixas de som estejam altas para ter a experiência completa! 
O mundo de rain é cheio de "incertezas" e enquanto você joga, o garoto irá experimentar sensações de medo e empolgação enquanto ele explora um mundo desconhecido. Narrado por uma abordagem artística, os sons expressívos de rain, aqueles da chuva caindo e a água espirrando, combinados com este conto sobrenatural é feito para acordar o senso de incerteza e isolamento em casa jogador.

Nesta semana, para a GDC, iremos mostrar a primeira demonstração ao vivo para a imprensa, então fique de olho para mais novidades sobre rain. Estamos muito empolgados por ter compartilhado os primeiros detalhes e estamos ansioso para dar uma amostra mais profunda de rain muito em breve.  



The Walking Dead chegando no Playstation Vita

A   confirmou que The Walking Dead série será lançado  no PlayStation Vita em algum momento ainda este ano. Não está claro se todos os cinco capítulos serão lançados em formato único ou separados por episódios.

Don Mesa, diretor de planejamento de produtos e software da plataforma Playstation disse ao IGN que a Telltale Games ter apoio à plataforma "envia uma mensagem forte".

"Tendo [estúdio a] como Telltale, um desenvolvedor independente de muito sucesso, chegando a apoiar-nos envia uma mensagem forte", disse Mesa.

Telltale produzuiu o jogo da série Walking Dead, que foi foi elogiado pela crítica no lançamento em Abril do ano passado e levou para casa diversas premiações importantes, inclusive o Video Game Awards.

Equipa de Ecco the Dolphin recorre ao Kickstarter

A equipa original de Ecco the Dolphin, um dos clássicos da Sega Mega Drive, recorreu ao Kickstarter para reunir o dinheiro necessário para financiar o seu próximo jogo.
Big Blue é uma sequela espiritual de Ecco the Dolphin que procura dar aos jogadores uma visão nunca antes vista do oceano, prometendo a possibilidade de controlar todas as criaturas, popular o vosso próprio mar, ou até criar e multiplicar criaturas.
"O visual e a sensação deste jogo serão notavelmente belos, e ao mesmo tempo, misteriosos e aterradores. O oceano, especialmente daqui a milhões de anos, é o cenário perfeito para uma experiência jogável única," aclamou a equipa no Kickstarter.
Para ficarem coma uma ideia melhor do que será Big Blue pensem em Eve Online. Este jogo será como uma versão aquática do MMO do CCP Games.
As plataformas alvo de The Big Blue são o PC, Mac, iOS e Android.
Para avançar com a produção a equipa está a pedir $665 mil. Neste momento, a 34 dias do prazo final, reuniu pouco mais de $2 mil.
Se o dinheiro reunido for 50 porcento maior do que o valor pedido, um modo multijogador/cooperativo será considerado; caso seja o dobro, haverá um MMO de Big Blue.
O lançamento está marcado para 22 de abril de 2014. Todos os apoiantes receberão acesso a uma versão de antevisão.

GTA V também no PC?




Conforme noticiado pelo VG27, o GTA V poderá ser lançado também no PC, isto se levarmos em conta a página de venda do jogo no website francês da Amazon.
Conforme poderão ver no website, o jogo está em pré-venda pelo preço de 49,99€.
GTA V está para já apenas previsto para a Xbox 360 e PS3, tendo como data de lançamento algures na primavera deste ano.
O PC não é plataforma estranha à Rockstar, mas para já nada é oficial e poderá muito bem se tratar de um erro de base de dados.

Mass Effect 4 terá uma nova forma de explorar o universo

A Bioware mostrou-se disposta a falar um pouco sobre o novo Mass Effect no PAX East, que como já revelado anteriormente, dará início a uma nova saga.
"Estamos prontos para começar a produzir outro jogo Mass Effect, será uma coisa nova," disse Casey Hudson, o produtor executivo (via Kotaku). "Queremos dar aos fãs a oportunidade de regressar a este universo com todas as coisas que conhecem e adoram na experiência Mass Effect, mas ao mesmo tempo queremos começar algo fresco e uma nova forma de explorar todo o universo de Mass Effect".
No PAX East também ficou esclarecido como será distribuído o desenvolvimento do jogo. O estúdio da Bioware em Montreal ficará com a maior fatia da produção, mas o estúdio de Edmonton, onde Casey Hudson trabalha, também estará envolvido no novo jogo.
Os comentários de Hudson sugerem que a produção do novo jogo ainda não teve início, devendo estar ainda na fase de pré-produção. Sendo assim, só deveremos jogar um novo Mass Effect daqui a dois ou três anos.


inFamous: Second Son é um dos títulos de lançamento da PS4

inFamous: Second Son será um dos títulos de lançamento da PlayStation 4, a avaliar pelo currículo de um dos funcionários do Sucker Punch Productions (via Siliconera).
A data de lançamento do novo jogo coincide com a chegada da nova consola, que estará disponível nas lojas a tempo da época natalícia.
A informação foi removida do currículo pouco tempo após ter sido exposta pelo Siliconera, mas o site conseguiu fazer um printscreen a tempo.
Outra informação à vista no currículo diz respeito ao trabalho de captura de movimentos, que está a cargo do estúdio Digital Domain, que criou trailers para The Darkness II e Gears of War.
Se inFamous: Second Son for de facto um dos títulos de lançamento da PlayStation 4, vão comprar a consola no dia em que chegar às lojas?






domingo, 24 de março de 2013

Gammeplay do jogo FUSE da Isomaniac

 
 A EA e Insomniac Games anunciaram a data de lançamento para Fuse, conhecido anteriormente como Overstrike. Fuse, o primeiro jogo deste estúdio a ser lançado em várias plataformas - PlayStation 3 e Xbox 360 - chegará a 28 de maio à América do Norte e a 31 de maio à Europa. O enredo anda em torno de uma energia alienígena mortífera conhecida como Fuse. Assumindo o papel de um dos quatro agentes disponíveis - Dalton Brooks, Izzy Sinclair, Jacob Kimble e Naya Deveraux - cada com as suas próprias armas e habilidades, o jogador terá que proteger a humanidade desta ameaça. Se tiverem amigos que desejarem embarcar nesta missão, poderão jogar com eles em modo cooperativo.

Borderlands 2


Gears of War: Judgment - Análise

Gears of War é uma das séries mais ricas que tive o prazer de conhecer nesta atual geração de consolas, que por esta altura vai enviando para as lojas os seus cantos de cisne. Em Novembro de 2006, Gears of War foi uma verdadeira revolução, acompanhado pela chegada do Xbox Live a Portugal, deu-me a conhecer a delícia que é jogar online com amigos e camaradas que tal como nós se querem divertir ao final do dia após um dia de trabalho. Jogar pela diversão e pelo entusiasmo. Gears of War apresentava um jogo de ação na terceira pessoa com uma temática militar e de ficção científica: um futuro devastado por uma ameaça desconhecida que veio debaixo do chão, os Locust, no qual dois jogadores podiam jogar em cooperativo a campanha e até oito podiam partilhar uma sala nos modos online competitivos.

Gears of War foi um jogo sério, que tentava demonstrar as capacidades cinematográficas da consola Microsoft, a Xbox 360 onde foi lançado como exclusivo, e implementar as fundações para um trilogia: personagens com os quais o jogador se iria relacionar, uma jogabilidade e mecânicas de jogo inovadoras e interessantes, modos competitivos e cooperativos revolucionários para a altura e uma quantidade fenomenal de diversão. Tudo o que um jogo poderia ser, repleto com visuais de topo: o estandarte do motor Unreal Engine 3 da Epic Games. Pessoalmente é impossível pensar nesta geração de consolas sem pensar imediatamente em Gears of War.

Apesar da campanha ser verdadeiramente divertida e marcante, Gears of War vibrou com o modo online. Toda uma comunidade nasceu em redor dos combates competitivos entre equipas que tentavam englobar vários tipos de modos desde uma espécie de captura de zonas ao tradicional todos contra todos. Para uma grande parte dos jogadores Gears of War tornou-se sinónimo de multi-jogador, a campanha ficou para segundo plano, e de certa forma foi esta componente que mais fez a série perder fulgor apesar de ser alvo de grande atenção por parte do estúdio.

Se Gears of War era sério, sombrio e de certa forma incoerente e cheio de buracos na história, tal deveu-se à incapacidade da Epic Games contar uma história, especialmente uma tão rica como esta. Antes de se expandir para o mundo da banda desenhada e das novelas escritas que aprofundaram imenso, e de forma interessante, este universo, Gears voltou com a sequela que tentou ser o que o primeiro não foi: um jogo com cabeça, tronco e membros na sua campanha e ao mesmo tempo maior, melhor e mais envolvente. A presença de Joshua Ortega no leme da história ditou um tom mais suave e mais ao estilo de um Comic Norte Americano (Ortega assina os comics desta série) para dar origem a um produto mais envolvente, emocionalmente adequado e correcto, mas feroz e cheio de vida.

Gears of War 3 surgiu em 2011 para dar fim à trilogia de Marcus Phoenix e a série voltou a crescer. A presença de Karen Traviss, escritora das novelas escritas da série, para escrever o enredo ditou novamente um tom mais sério e ainda mais envolvente enquanto o multi-jogador tentava corrigir os erros criticados pela comunidade à sequela. Implementou várias novidades e melhorias para tentar destacar a singularidade desta série e fazer ver que a série Gears é conta mesmo com uma forte aposta nos modos para vários jogadores (campanha cooperativa para quatro foi um estrondo diga-se).
Depois do seu final ficou a questão: 'os fãs querem mais, e melhor (especialmente no multi-jogador), mas será que a Epic quer mais?' A resposta é um claro sim e em menos de dois anos temos Gears of War: Judgment que tenta mostrar como a série pode ser na mesma fiel a si mesma, às suas aspirações mas sem precisar de ser tão série, sem esquecer-se que é um videojogo e não um videojogo a tentar provar que esta indústria é um meio de entretenimento tão válido quanto os outros. Judgment tenta ainda devolver ao modo multi-jogador os dias de glória conquistados em 2006 e coloca mais do que nunca o cooperativo como fundação da sua estrutura.
Judgment retrata a história do Esquadrão Kilo, composto por Damon Baird, Augustus Cole (ambos bem conhecidos dos três jogos da série), que aqui tem a companhia de Sofia Hendrik e Garron Paduk, que vai enfrentar a ameaça de Karn no ataque à cidade de Halvo. Quando o esquadrão desobedece a uma ordem do Coronel Ezra Loomis, vêem-se frente a um julgamento cuja sentença já está há muito declarada. É uma forma bem dinâmica e interessante de contar a história do jogo, cada membro reconta todos os eventos que levaram até aquele ponto e o jogador vai alternando o controlo entre os quatro durante a campanha.
Qualquer aficionado Gears que se preze certamente já sonhou como seria jogar no mundo que imagina ao ler os livros de Karen Travis, já imaginou como seria viver as Pendulum Wars ou o Dia da Emergência na forma de um videojogo. Conhecendo assim mais personagens e conhecendo mais facetas deste mundo tão bem imaginado pelos artistas da Epic. Neste novo jogo Travis dá lugar a Tom Bissell que cumpre um bom trabalho para dar história de fundo aos personagens, para os tornar interessantes e para nos deixar a pensar no seu futuro. Para quem acompanha mais a fundo este universo, personagens como Sofia e Paduk são verdadeiras delícias, especialmente o segundo que lutava contra os COG quando lutava pela UIR.
Até aqui não temos nada propriamente diferente dos anteriores, apenas uma nova fatia desta elaborada linha temporal e presenciar acontecimentos na altura do aparecimento dos Locust até já foi explorado em conteúdos adicionais episódicos em Gears of War 3. Onde Judgment realmente muda e onde o People Can fly coloca o "di" na sua "versão" de Gears é nas mecânicas de jogo na forma como a jogabilidade está desenhada para ser um Gears mais preocupado em ser divertido do que propriamente em ser emotivo ou cinematográfico, diria que Judgment assume mais claramente que é um jogo acima de tudo e que tem todo o prazer nisso.
Primeiro há uma coisa que quero tirar já do caminho, este é um jogo verdadeiramente assombroso visualmente. Sem quaisquer reservas digo que é um dos mais belos jogos desta geração de consolas que tive o prazer de jogar até ao momento. O Unreal Engine na sua versão 3.5 mostra uma consola com mais de 7 anos a mostrar que tem todo um enorme poder para dar vida a cenários épicos, lutas incessantes, personagens altamente detalhadas, e uma enorme variedade de efeitos climatéricos que mais do que embelezar a paisagem, afectam a jogabilidade e a postura do jogar perante os vários níveis.
Existe cor por todo o lado, um enorme detalhe nos personagens e cenários verdadeiramente belos, ricos, detalhados e de uma envergadura que impressiona. Poderia passar aqui muito tempo a descrever como Halvo e os seus demais pontos vão marcar e impressionar quem por eles passar mas isso demoraria muito. Este é um jogo que dá gosto de ver e desde o seu trabalho de efeitos aos detalhes visuais e performance, tudo aqui parece afirmar que chegamos ao pico de qualidade desta máquina.


Code of Princess será lançado na eShop na próxima semana

Code of Princess chegará à Europa na próxima semana, anunciou a Agatsuma Entertainment. Os interessados neste sucessor espiritual de Guardian Heroes (a equipa de produção é constituída por vários membros que estiveram envolvidos na produção de Guardian Heroes) terão que forçadamente comprá-lo em formato digital. O jogo estará disponível para download a 28 de março, na próxima quinta-feira. O preço marcado será 29.99 euros. Code of Princess está inserido no género hack and slash e conta com mais de 50 personagens jogáveis em múltiplos modos. Quem já o jogou define-o como um dos melhores do seu género para a Nintendo 3DS.

Voltei

Voltamos e agora vou dar continuidade